segunda-feira, 9 de agosto de 2010

12/06/2006

I


II


III


Antes de dormir esperamos pelo nada,
O nada chega, dormimos,
O nada chega e perpetuamo-lo até mais não.

IV

Atum mais um dia. Fico aos poucos exímio em misturá-lo com esparguete. Gostava de vvariar a refeição mas, ao enfrentar o desafio. Percebo que não consigo.

Lá fora no outro edifício, luzes iluminam os quartos e parte do que compões cada pessoa que os faz. Fosse o meu assim, sempre que lá vou vejo que não é.

Há partes que ainda não conheço, há coisas que ainda não sou.


V - Está quase a ferver a água. Está mesmo quase. Tudo está ou é assim.



VI

VII

O mestre e seu mestre anunciaram,
o que com ânsia eu espero.
Todos eles disseram
Aquilo em que acredito.
Os tempos são outros
os homens são velhos,
As ideias já se confundiram.

Aos poucos outo sou,
pouco a pouco mas faço
Quero ver só mais um passo,
sendo só assim muito.


VIII


IX



















Sem comentários:

Enviar um comentário