terça-feira, 10 de agosto de 2010

22/03/06

Fosse tudo tão simples como um jogo de xadrez que já tem o seu quê de complicado. Movimentássemos as peças como queremos não pensando no que o outro faz. Melhor seria se contra nós jogássememos, se todas as reacções fossem conhecidas. Que mais é a vida. Movemos o bispo e ele faz-nos um cheque. É compreensível sabermos por conflito o que ele faz.

Fosse o blue qualquer coisa ou o Kasparov, fosse outro que não eu.


II
É como a vida o xadrez continua. A diferença é que um é mais contra o tempo, mais tempo se tem no outro para pensar. Tudo acaba não quando nada se tem mas sim quando se está certo de que se vai perder.

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