segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sem data e sem título

I
Life always shoes the same old things
who doesn't know what to expect?
Inside the room lies in bed
someone new i don't remember.
It's all the same
it does not change
and we cry
cause we know it is the way.
One more act..."we change the scene",
The actor gets old for the crying
now they are sure why they are lying
one day they never smile again.
II
O suporte do copo equilibrava a mesa, travando não permitia que ela tremesse. A bebida equilibrava o resto, tudo aquilo que a nossa presença não equilibrava.
Só mais uma dizia ele sem saber o mal que proponha; via o caminho em frente por detrás de uma parede que aguentava com o peso do seu corpo. Não esperava ninguém e as surpresas agora são tudo o que vem. Nem sequer te seguras só baloiças já que não esperas o que vem contra nós.
Felizmente a mesa não treme e os cálices não caiem sem ser por nossa desconhecida vontade ou por instinto de um corpo que já não controlamos. Que venha que me mate que me conspurque o ser que tem sede que permite a falta de qualquer consciência.
Venha mais uma já esou farto de esperar, venha venha venha...Se cair que seja por isso, pela falta de algo que um copo cheio contém.
III
De lento os dias passam já não choro
tudo tem um limite e eu já o vi
Quantas vezes em vão eu não caí
Em tantas partes estou disperso e moro.
De que me vale viver se eu não posso?
se outra regra não há no que vivi
Ao longo desta vida só perdi
Tudo aquilo que agora tanto gosto
[]
Porque nele não na alma tenho fundo.
Do meu limite seja eu só produto
E produto o limite do que eu vi.

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