Estranho-me como só eu me conheço,
como só eu sujo o o papel.
Os dias passam e é tudo o mesmo
nem o texto faço sem me repetir,
no contexto da minha instabilidade.
Tenho as mãos sujas,
Não é só o que como que mostra o que em mim está.
Quem que vê o imundo que sou,
É tão óbvio
Quase tão certo como a minha falta de certeza.
Mas também o que importa?
Não interessa a ninguém.
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